Jejum intermitente: sim ou não?

Virou moda fazer jejum por algumas horas como forma de incinerar gordura e emagrecer. Você já deve ter ouvido falar no jejum intermitente, certo?

Antigamente, acreditava-se que ficar longo período sem comer aumentava o apetite, detonava a musculatura e deixava o metabolismo (processo de transformação dos nutrientes em energia) mais lento. Mas a ciência descobriu que isso não ocorre em todas as pessoas. Após algum tempo em jejum, há uma queda da insulina, hormônio secretado toda vez que comemos, e assim, há menos estímulo para o acúmulo de gordura, já que o apetite é regulado.

Experiências feitas em animais mostraram, ainda, que o jejum intermitente também teria relação com a longevidade. É que a restrição calórica faria o organismo aumentar a secreção das sirtuínas, enzimas associadas à regeneração celular, com potencial de retardar o envelhecimento e ajudar a prevenir doenças.

Portanto, a pergunta que fica é: fazer ou não o jejum intermitente? Atualmente sabemos que não há uma estratégia alimentar que funcione para todos. Alguns podem se beneficiar de comer a cada três horas e outros da privação alimentar por um determinado período.

A dica é, caso a opção seja pelo jejum, fazer isso com orientação e acompanhamento de profissionais com conhecimento de causa, como médicos e nutricionistas.

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